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Foram encontrados 43 trabalhos publicados |
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| 13/2/2006 11:10:51 | | | | A REPRESENTAÇÃO DA MORTE EM PACIENTES HIV/AIDS. O INOMINÁVEL DO SÉCULO XX | | | Albuquerque,Alessandra S.;Oliveira,Gleide P.;Medeiros, Mitsy B.;Lima,Klaylan M. |
| O presente estudo teve por objetivo avaliar a representação inconsciente da morte em pacientes HIV/AIDS. Para tanto, foi inicialmente realizado um apanhado geral do conteúdo histórico, onde se observou que o decorrer dos tempos inscreveu no homem diferentes tipos de atitudes perante a morte, atitudes estas que se encontram intrinsecamente relacionadas não só ao aspecto cultural, mais ainda à qualidade de vida e saúde existentes em cada uma das diferentes épocas. | | | |
| 13/2/2006 10:39:46 | | | | A INFLUÊNCIA DO APOIO PSICOLÓGICO DURANTE A COLETA DE SANGUE A PORTADORES DE DOENÇAS HEMATOLÓGICAS. | | | Almeida, Rosana Pires de; Carvalho, Giane Gomes Poggi; Silva, Márcia Andréa |
| Este estudo partiu da experiência no setor de coleta de sangue do ambulatório da Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco - HEMOPE, especializado em doenças do sangue, onde observou-se a importância do Suporte Psicológico a pessoas que vão colher sangue para exame. Sabendo da importância deste Apoio e os benefícios que este pode trazer para o melhor atendimento aos pacientes, tais como a diminuição de ansiedades e temores, pesquisou-se a influência deste apoio nos pacientes portadores de doenças hematológicas, deste hospital. Foram entrevistados 30 (trinta) sujeitos com idades entre 22 (vinte e dois) e 55 (cinqüenta e cinco) anos. Os dados foram colhidos por meio de questionário aberto individual, pela observação e pelo Apoio Psicológico dado durante a realização do exame. A abordagem utilizada foi a Psicoterapia Breve, baseada nos construtos teóricos de Lengruber (1984). Através da análise dos resultados, pôde-se verificar que o Apoio Psicológico oferecido pelo Psicólogo durante a realização do exame, mostrou-se importante pelo fato de reduzir as tensões e sensações de ansiedade e medo presentes no processo da coleta de sangue. | | | |
| 13/2/2006 10:03:28 | | | | PSICOLOGIA HOSPITALAR - TRÂNSITO INTERROMPIDO. | | | Levy, Maira; Campelo, Mª de Fátima; Lubambo, Paula; Pacheco, Renata Rose |
| A presente pesquisa tem como objetivo compreender a carência do serviço de Psicologia Hospitalar na rede particular de saúde. Para tanto, foram levantadas algumas possibilidades, tais como: a falta de informação do público leigo; a falta de conhecimento acerca do serviço por parte dos "staffs" clínicos e administrativos; a falta de credibilidade no serviço de Psicologia Hospitalar; o comprometimento da autoconfiança do psicólogo hospitalar, enquanto membro da equipe cuidadora, no exercício de sua função. Este tema surgiu do incômodo de constatarmos a ausência do serviço de Psicologia na rede particular de hospitais, mesmo perante existência de uma lei regulamentando a obrigatoriedade do psicólogo, em determinados setores, nos hospitais da rede pública (SUS), a partir da portaria 3432 de 12/08/1998
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| 12/2/2006 12:24:47 | | | | O CUIDADOR EM AIDS: CONCEITUANDO O SEU PRECONCEITO. | | | Boa Hora, Lucia Andréa Gonçalves; Melo, MIriam Gomes; Borges, Marcos |
| Este trabalho tem como objetivo verificar se há relação entre o preconceito vivenciado pelo cuidador no controle da patologia. Para verificarmos tal pressuposto trabalhamos com a seguinte hipótese: “O preconceito vivido pelo cuidador faz com que o mesmo passe a sofrer, diminuindo assim sua condição de cuidar. Diante deste fato, o paciente fica mais vulnerável à doença”. Quanto à fundamentação teórica apresentamos como referencial o estudo de John Bowlley no que diz respeito à teoria de ligação. Este autor aponta para a questão de que se acumulam evidências de que os seres humanos de todas as idades são mais felizes e mais capazes de desenvolver melhor seus talentos quando estão seguros de que, por trás deles, existe uma ou mais pessoas que virão em sua ajuda caso surjam dificuldades. A pessoa em quem se confia também conhecida como figura de ligação, o cuidador do presente trabalho, pode ser considerada a figura que forma uma base segura a partir da qual o sujeito ou o doente poderá atuar. Na testagem da hipótese levantada utilizamos como metodologia questionário fechado e estudo de um caso clínico, os questionários foram aplicados em quatorze (14) cuidadores, todos cadastrados no grupo Viva Rachid cuja atuação de trabalho se dá junto às crianças portadoras do vírus HIV/AIDS que são assistidas pela equipe de saúde do Hospital materno Infantil de Pernambuco (IMIP). O grupo Viva Rachid é uma Organização não-governamental do Recife que trabalha na assistência psicossocial, não só as crianças portadoras do vírus HIV/AIDS, como também seus familiares e às crianças recém-nascidas de mães portadoras do vírus HIV/AIDS. Procedendo a uma análise qualitativa, constatamos, na amostra objeto deste estudo, a existência do preconceito interferindo na relação cuidador e portador do vírus. Verificamos que 52,15 % dos cuidadores entrevistados apresentam sentimento de medo diante de seus cuidados. Vale ressaltar que a grande maioria dos cuidadores sofre discriminação da própria comunidade onde vivem. Podemos então, a partir da experiência que vivenciamos na elaboração deste trabalho, pontuar para a extrema necessidade de apoio psicossocial para o doente e cuidadores, como também, a nível político, que se estabeleçam campanhas, em caráter contínuo, para informar e conscientizar quanto a todos os aspectos relevantes à doença AIDS, tanto a nível preventivo, quanto de cuidados com o portador e acima de tudo mostrando que o isolamento e o preconceito sempre prejudicam e muitas vezes, mata. | | | |
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